Identifique riscos empresariais e proteja seu negócio

Riscos empresariais que podem acontecer hoje no seu negócio 

O universo empresarial é dinâmico e repleto de oportunidades, apesar disso, apresenta diversos desafios e imprevistos. Os riscos empresariais representam grande parte desses desafios e podem impactar a sustentabilidade e o crescimento de uma organização.  

De acordo com levantamento disponibilizado pelo portal da folha de São Paulo, mais de 400 companhias listadas em bolsa têm dificuldades com as adversidades do setor produtivo! 

Infelizmente, as vulnerabilidades que rodeiam uma organização não se restringem a problemas de crédito e o setor produtivo.  

Há desafios por toda parte; entretanto, com uma boa gestão de riscos, é possível minimizar esses impactos e garantir longevidade e crescimento dos negócios. 

Veja como a Gestão de Riscos pode influenciar no crescimento do negócio. 

O que são os riscos empresariais? 

Risco empresarial é todo evento interno ou externo que pode afetar uma organização negativamente e que podem comprometer: 

  • A estrutura física;  
  • A operação;  
  • As finanças;  
  • A saúde e/ou o bem-estar da equipe;  
  • A qualidade e/ou eficiência de produtos e/ou serviços;  
  • As entregas;  
  • As estratégias do negócio e as conformidades.  
Esses riscos podem ter origem interna ou externa. 

Os riscos externos podem envolver inflação, corte ou interrupção de suprimentos e ataques reputacionais, entre outros.  Já os riscos internos podem envolver decisões diretas dos executivos, oportunidades perdidas e vazamentos de informações privilegiadas ou confidenciais, por exemplo. 

O mercado sempre esteve envolvido em mudanças drásticas no cenário sociopolítico, econômico, climático e em vários outros que podem afetar qualquer negócio eventualmente. 

Para acompanhar essas mudanças sem prejudicar a estrutura de um negócio é preciso que sua estratégia de gestão leve esses riscos em consideração. 

Comece a corrigi-los pelo gerenciamento de risco 

O gerenciamento de risco não afasta as organizações de todas as adversidades; afinal, empreender é arriscar. Porém, essa prática se propõe a minimizar os impactos que esses riscos teriam sobre a companhia 

Com excelência na gestão de riscos, as organizações elevam sua capacidade de identificar, medir, mitigar e remediar eventos adversos. Além disso, quando bem implementada, essa estratégia tende a influenciar positivamente no crescimento do negócio 

Vale destacar que, de acordo com estudo da Deloitte, somente 9% de um grupo de 130 empresas instaladas no Brasil afirmam ter uma gestão de riscos empresariais em estágio otimizado, ou seja, com processos consistentes, definidos, monitorados de forma centralizada, integrados e alinhados à estratégia do negócio. 

A pesquisa mapeou, ainda, que entre os principais desafios na implantação de um processo eficaz de gestão de riscos estão: a cultura da organização, a falta de prioridade da organização e a falta de ferramentas e sistemas de suporte tecnológico. 

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Os 5 pilares de riscos empresariais 

Uma organização se torna melhor em responder aos incidentes quando ela conhece, monitora e gere os riscos empresariais aos quais está exposta. E, de acordo com a Deloitte, atualmente, as principais ameaças a um negócio dividem-se entre cinco grandes pilares: 

  1. Financeiro

Por si só, boas ideias, produtos de qualidade e serviços eficientes não sustentam o negócio sem um bom planejamento e controle financeiro. 

É por meio dessas iniciativas que é possível manter um fluxo de caixa saudável, os pagamentos são honrados, e a companhia têm mais recursos para inovar, atrair e reter talentos. 

Importantes pontos de atenção no pilar financeiro: integridade das demonstrações financeiras, fluxo de caixa, endividamento, crédito, câmbio e taxa de juros nacionais e internacionais 

  1. Regulatório

Cada organização precisa operar de acordo com as leis vigentes, considerando o setor, as atividades e o modelo do negócio e da operação, entre tantas outras especificidades da companhia.  

Operar dentro das diretrizes das normas estabelecidas, ou seja, de maneira regular, é um caminho seguro para mitigar problemas legais, financeiros e reputacionais. 

Importantes pontos de atenção no pilar regulatório: questões tributárias, fiscais e trabalhistas, corrupção, Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), lavagem de dinheiro, regulamentações setoriais, meio ambiente e anticoncorrencial. 

  1. Operacional

A operação de uma organização é formada por processos internos e externos, envolvendo pessoas, sistemas, negociações, equipamentos, máquinas e estruturas.  

As falhas ou imprevisto no controle operacional de uma companhia geram impactos diretos na qualidade de produtos e/ou serviços e nos resultados, na competitividade e na sustentabilidade do negócio. 

Importantes pontos de atenção no pilar operacional: aderência às regras da empresa, capacidade operacional, gestão de contratos, metas e remuneração variável, gestão de terceiros 

  1. Estratégico

É com o planejamento de ações estratégicas, feito com base nos potenciais de um negócio, que as organizações conseguem alcançar metas sem perder o foco nos objetivos. É um plano que indica o que fazer, como, quando e por que, além dos resultados esperados. Trata-se, ainda, de um importante diferencial competitivo. 

Importantes pontos de atenção no pilar estratégico: reputação e imagem, relacionamento com acionistas, pandemias, concorrência e mercado, modelo de trabalho virtual, mídias sociais (fake news/reclamações/plágio), dependência de fornecedores, disruptura tecnológica, atração e retenção de talentos, ESG, mudança de comportamento populacional, novas cadeias de fornecimento e mudanças climáticas 

  1. Cibernético

Proteger o ambiente digital de uma organização e os dados que por ele circulam ou nele são armazenados é dever de toda companhia. A recomendação, inclusive, é que boas práticas de segurança cibernética façam parte do DNA e das estratégias do negócio, principalmente considerando a constância e o aumento dos ataques comandados por cibercriminosos com métodos cada vez mais profissionalizados. 

Importantes pontos de atenção no pilar cibernético: identidade e acesso, confidencialidade e privacidade e ataques de phishing/ engenharia social.

8 riscos empresariais que podem acontecer ainda hoje na sua organização 

A qualquer hora do dia e da noite, as organizações estão sujeitas a riscos empresariais que podem impactar o negócio. Entre as vulnerabilidades de uma companhia, destacamos oito:  

  1. Incêndio

Nos primeiros oito meses de 2023, foram registradas 1.415 ocorrências de incêndios estruturais no Brasil, uma alta de 6,1% na comparação com o mesmo período de 2022. O mapeamento do Instituto Sprinkler Brasil indica que, tradicionalmente, as causas são: problemas de qualidade dos equipamentos, falta de manutenção, erros de projetos e de instalação, problemas de treinamento da mão de obra. 

  1. Impossibilidade de Operação (Lucro Cessante)

Quando a entrada de dinheiro em uma organização é suspensa por um motivo externo, esse valor que a companhia deixa de ganhar exercendo sua atividade caracteriza-se como lucros cessantes. Isso pode acontecer, por exemplo, quando algum grande pagamento é extraviado, isso representa uma interrupção direta na entrada de capital de uma empresa e pode ter grandes impactos negativos no fluxo de caixa. 

  1. Quebra de Máquinas ou Equipamentos

Dentro de uma organização, a quebra de uma máquina ou um equipamento é sinônimo de perda de dinheiro. Isso porque, nessa parada não programada, a companhia deixa de produzir, o colaborador pode ficar ocioso e, em muitos casos, a situação resulta em atraso das entregas. Por essa razão, a manutenção preventiva e os treinamentos aos operadores sobre a forma correta de operar o bem devem ser boas práticas da companhia. 

  1. Danos elétricos

Somente no ano passado, o Brasil foi atingido por 190 milhões de raios, de acordo com dados do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) divulgados pelo Jornal Correio Braziliense. Esse fenômeno natural é um dos principais fatores responsáveis pelas oscilações de energia e por danos às redes elétricas e, consequentemente, aos equipamentos que nelas estão conectados. 

  1. Roubo ou Furto

O roubo de carga, por exemplo, é uma situação que, além de prejuízo financeiro, gera insegurança e instabilidade para o gestor e para os investidores 

Em geral, essa situação pode ser classificada entre dois tipos: roubo, quando alguém se apropria de um bem que não lhe pertence usando violência física ou psicológica, reduzindo a capacidade de defesa da vítima; e furto, quando o ato acontece na ausência de quem detém o bem. 

  1. Despesas Fixas

Caracterizam-se como despesas fixas de uma organização, por exemplo, IPTU, aluguel, salários e contas de água, luz e internet.  

Na prática, são os gastos essenciais para que uma companhia possa funcionar e gerar lucro. Em caso de incêndio, explosão ou fumaça, uma empresa pode parar de conseguir arcar com esses valores, e, portanto, eles podem ser reembolsados pelo seguro. 

  1. Fenômenos da Natureza (vendaval, ciclone, tornado)

Nos últimos 10 anos, desastres naturais causaram mais de R$ 400 bilhões de prejuízos em todo o Brasil e 59.311 decretações de situação de emergência e estado de calamidade pública.  

Os dados da Confederação Nacional de Municípios, indicam que as maiores incidências ocorreram em municípios dos Estados de Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, e Rio Grande do Sul.  

  1. Responsabilidade Civil

A empresa pode ser responsabilizada por uma série de incidentes a terceiros. Por exemplo, um colaborador que aciona a empresa na justiça por conta da queda de andaimes ou um acidente enquanto operava uma máquina dentro da companhia.  

Essa responsabilidade também considera eventos fora das instalações da organização segurada, quando o empregado estiver a serviço do segurado. 

6 soluções para mitigar todos esses riscos empresariais 
  1. Avalie a empresa

Fica mais fácil proteger o que conhecemos. Dessa forma, dedique um tempo para conhecer o todo da empresa e de suas atividades de maneira detalhada, entendendo a razão e as particularidades de cada espaço e ação. 

  1. Identifique os riscos aos quais ela está exposta

Com esse mapeamento em mãos, é hora de avaliar o que pode dar errado em cada ação e o que já existe nos processos da empresa para que tais riscos sejam evitados, contidos e/ou remediados. Nesse processo, procure identificar, também, o que pode ser melhorado. 

+ O que faz com que uma estratégia de gestão de riscos seja excelente? Confira a matéria

  1. Defina o apetite de risco do negócio

Sabendo quais riscos empresariais o seu negócio pode correr, é hora de estabelecer um ranking para entender o que deve ser priorizado no processo de gestão de riscos. Nessa avaliação, considere a opinião dos decisores da organização. 

  1. Elabore um plano de ação

Na hora de elaborar o seu plano de mitigação de riscos empresariais, certifique-se de que esse planejamento tenha o detalhamento das devidas ações, além de prazos para a finalização das atividades e devidos responsáveis por cada tarefa.  

  1. Revise o plano de ação

Como a operação de uma organização pode ser influenciada por fatores internos e externos, um plano de mitigação de riscos operacionais não deve ser algo estático. Com frequência, ele precisa ser revisado para verificar possíveis necessidades de adaptação. 

  1. Proteja o seu negócio dos riscos empresariais com seguros completos

O seguro é um amparo financeiro fundamental para que proprietários e líderes de negócio garantam a proteção contra os riscos empresariais que, muitas vezes, fogem ao controle do empresário. 

São os seguros empresariais que permitem maior tranquilidade para tomar decisões mais sábias diante de eventos adversos. 

Aqui na Sompo Seguros as organizações contam com as seguintes proteções: 

  • Sompo Agrícola – Disponível nas modalidades Custeio e Produtividade para agregar a segurança e a tranquilidade que o produtor rural precisa; 
  • Sompo Garantia – que garante uma obrigação contratual ou um processo judicial (chamados de objeto principal) assumidas pelo Tomador perante o Segurado; 
  • Sompo Transportes – uma proteção contra riscos de responsabilidade civil e relacionados à sua mercadoria durante viagens nacionais e internacionais; 
  • Sompo Empresarial – proteção contra perdas e danos que podem ser causados à estrutura, a equipamentos e/ou ao patrimônio de uma organização; 
  • Sompo Riscos de Engenharia – um produto para que incorporadoras, construtoras, empreiteiras e os proprietários de imóveis possam construir e reformar com tranquilidade; 
  • Sompo Responsabilidade Civil – modalidade que ampara a organização em caso de danos causados a terceiros; 
  • Sompo Riscos de Petróleo e Gásprotege as empresas que operam em atividades ligadas à prospecção, exploração e produção de petróleo e gás (Upstream), tanto no mar (offshore) quanto em terra (onshore); 
  • Sompo Riscos Nomeados – modalidade para companhias que optam por identificar todos os riscos a serem considerados na apólice e contratar as coberturas exatas para suas necessidades; 
  • Sompo Riscos Operacionais – voltado a negócios complexos, em que é impossível determinar todos os eventuais riscos aos quais a empresa está sujeita, garantindo a indenização de perdas ou danos aos bens segurados; 
  • Sompo RD Equipamentos – garante o bom funcionamento e a segurança de equipamentos móveis e estacionários; 
  • Sompo Equipamentos Agrícolas | Benfeitorias – criado especialmente para proteção de equipamentos utilizados no campo, contando com uma série de diferenciais e coberturas para o produtor rural; e 
  • Sompo Equipamentos Agrícolas | Penhor Rural – É um produto destinado aos equipamentos que tenham sido oferecidos em garantia de operações de crédito rural.

Na vida e nos negócios, os riscos devem ser oportunidades de melhoria. E apenas uma equipe de especialistas em Gestão de Riscos pode acompanhar você desde o começo. Fale com um de nossos corretores para maior desenvolvimento do seu negócio. 

Descubra os melhores tipos de seguros para empresas

Quais são os tipos de seguros e como escolher o melhor 

No dinâmico mundo empresarial, proteger o patrimônio e os ativos é essencial para garantir a estabilidade e o sucesso a longo prazo do seu negócio. A busca pela implementação desses recursos tão essenciais, começa com uma compreensão abrangente e estratégica dos diversos tipos de seguros e quais atendem melhor às suas necessidades.  

Com uma ampla gama de tipos de seguros que abrangem desde a proteção de propriedades até a responsabilidade civil, é fundamental avaliar as necessidades específicas da sua empresa, a fim de que o seguro contratado atenda o que for necessário para a sua rotina, minimizando imprevistos.  

A gestão de riscos é a forma de manejar com excelência os contratempos que influenciam na credibilidade, perenidade e longevidade de sua companhia 

A identificação das adversidades, por parte do Gestor de Riscos, é o primeiro passo para a contratação do seguro ideal. Por isso, preparamos esse artigo que apresenta os diferentes tipos de seguro disponíveis no mercado, revela as suas diferenças e esclarece as suas particularidades.

Quais são os tipos de seguro para empresas? 

Responsabilidade Civil 

A importância do seguro de Responsabilidade Civil não pode ser subestimada. Dentre os tipos de seguros, esta modalidade se destaca por proteger empresas contra eventuais danos involuntários causados a terceiros. Estes danos podem ser físicos, materiais ou morais

Tomemos como exemplo um cenário no qual um caminhão pertencente a uma transportadora se envolva em um acidente com o veículo de um terceiro. Tal acidente pode não apenas resultar em danos ao veículo, mas também em lesões ao seu motorista.  

Esse é um dos tipos de situação inesperada que tem grande impacto financeiro para uma empresa. 

Em situações assim, com o Seguro Responsabilidade Civil, é possível prestar assistência adequada à vítima e ao mesmo tempo gerenciar o risco.  

Os segurados ficam tranquilos mediante ao imprevisto, pois garantem proteção para seu patrimônio, para si mesmos e para os terceiros envolvidos. 

Seguro de Transportes 

No universo logístico, as empresas que se dedicam ao transporte de mercadorias enfrentam desafios diários. Manter a integridade das cargas é um dos principais pontos de atenção, dada a relevância para seus clientes, que desejam receber seus bens sem avarias, e a reputação da própria empresa.  

Diante da complexidade e dos riscos envolvidos em cada trajeto, seja ele por terra, ar ou mar, as organizações buscam gerir esses riscos, com excelência, buscando ferramentas que assegurem suas operações. 

O Seguro Transportes tem a finalidade de reduzir ou até eliminar os prejuízos que possam ocorrer durante o transporte e garantir a continuidade da operação mesmo diante de imprevistos.  

Os gestores de logística compreendem que imprevistos podem acontecer de Janeiro a Dezembro.  

Porém, com um planejamento estratégico bem estruturado e a adoção de medidas protetivas funcionais, como o Seguro Transportes, é possível garantir a segurança do transporte e, consequentemente, dos itens transportados, minimizar o prejuízo e cumprir os requisitos legais para a realização do transporte. 

Essa é a chave para garantir a satisfação dos clientes e, principalmente, a continuidade da empresa no longo prazo.

Riscos Nomeados e Operacionais 

O Seguro de Riscos Nomeados foi feito para proteger contra eventos específicos, bem detalhados na apólice. A cobertura é precisa e personalizada. 

Por outro lado, empresas que desejam uma proteção mais abrangente, optam pelo Seguro de Riscos Operacionais. Esta modalidade destina-se a cobrir uma ampla gama de riscos, muitos dos quais podem nem mesmo ser antecipados no momento da contratação. E isso não acontece por erros na gestão e sim pela ampla complexidade dos riscos com as quais um negócio lida todos os dias. 

Por isso essa flexibilidade e extensão das coberturas garantem uma tranquilidade muito maior nas operações. 

Ambas as opções têm sua relevância e aplicabilidade, dependendo da natureza e do perfil de risco da empresa. A escolha entre Riscos Nomeados e Riscos Operacionais deve ser feita com base em uma análise aprofundada das operações e dos potenciais cenários adversos.  

Seguro Garantia 

No universo dos tipos de seguros, este se destaca por sua funcionalidade e relevância nos ambientes de negócios. Afinal, ele assegura o cumprimento das obrigações contratuais ou mesmo de determinações judiciais perante o segurado.  

O compromisso e a confiança são pilares nesse contexto porque, ao escolher esta modalidade de garantia, o contratante tem a certeza de que os compromissos serão honrados. 

Ao mesmo tempo, o Seguro Garantia apresenta uma ótima vantagem econômica.  

Quando comparamos com outras modalidades de garantia, como a Fiança Bancária ou o Depósito Caução, ele pode ser muito vantajoso pois possui o menor custo de contratação e ainda preserva o fluxo de caixa da sua empresa, sem bloquear os recursos.  

Assim, ao se deparar com a necessidade de garantir a execução de um contrato ou a conformidade com uma decisão judicial, é essencial considerar o seguro garantia.  

A sua combinação de flexibilidade, segurança e economia torna ele uma escolha estratégica para empresas que buscam solidez e confiança em seu dia a dia. 

Seguro de Equipamentos 

Eficiência e a produtividade são qualidades cruciais para o sucesso.  

Mas o uso de maquinário pesado, ou equipamentos especializados, pode ser um desafio constante. Isso porque garantir o funcionamento contínuo de todos esses recursos, mediante a paralisações pode ter um efeito dominó sobre as operações e, consequentemente, os lucros. 

É nesse cenário, de riscos diversos, que o Seguro RD equipamentos é um aliado na gestão de riscos.  

Esta modalidade proporciona uma cobertura abrangente contribuindo para minimizar os riscos e preservar seus equipamentos contra prejuízos decorrentes de causas externas, assim como em casos de incêndio, alagamento, roubos, furtos e outros ocorridos em máquinas e equipamentos nas mais variadas atividades e operações.  

Ao investir em um seguro para seus equipamentos, você não está apenas protegendo seus ativos, mas também garantindo a rotina das operações.  

Como os mercados nacionais e internacionais estão cada vez mais competitivos, medidas preventivas como essa podem ser o diferencial entre sucesso e fracasso. 

Seguros para empresas por setores 

Seguro Agrícola 

  • Equipamentos agrícolas – Benfeitorias: Cobertura para construções e melhorias feitas em propriedades rurais. 
  • Equipamentos agrícolas – Penhor Rural: Proteção financeira para equipamentos dados como garantia em empréstimos. 

Seguro Riscos de Petróleo e Gás 

Essencial para empresas deste setor, ele foi desenvolvido para proteger as empresas que operam em atividades ligadas à prospecção, exploração e produção de petróleo e gás (Upstream), tanto no mar (offshore) quanto em terra (onshore). 

Riscos de Engenharia 

Em toda construção ou projeto de engenharia civil, há chances de ocorrerem prejuízos ou avarias. Por isso, as incorporadoras, construtoras, empreiteiras e os proprietários de imóveis em construção e reforma necessitam de tranquilidade e segurança. ​ 

Quais seguros uma empresa deve ter? 

O seguro ideal para sua empresa é um que atenda às necessidades dela e contribua para a longevidade do seu negócio. Mais do que isso, precisa ser o seguro essencial para sua estratégia de gestão de riscos. 

Seu seguro deve proteger as responsabilidades do seu negócio minimizando riscos, e possibilitando que a gestão foque no crescimento da empresa. 

E aqui vai uma dica de ouro: não caminhe sozinho. Busque conselhos, compartilhe dúvidas, converse com especialistas, fale com os gestores de risco. Eles estão ali para guiar, apontar direções e, mais do que tudo, assegurar que a sua empresa esteja sempre protegida e pronta para o próximo capítulo. 

De todos os tipos de seguros, como escolher o melhor? 

Ao pensar sobre a aquisição de um seguro para sua empresa, é importante considerar com profundidade as particularidades e exigências de cada contrato. Além disso, é fundamental estar atento às franquias estipuladas, garantindo assim que as escolhas estejam alinhadas com as necessidades do negócio. 

Antes de assinar, veja com calma os riscos associados ao seu setor de atuação, o porte da sua empresa e, principalmente, as proteções oferecidas na apólice. A relação entre investimento e as vantagens que o seguro pode proporcionar também deve ser cuidadosamente avaliada. 

Lembre-se: a escolha certeira só será alcançada quando se adota uma perspectiva ampla e meticulosa, considerando também a reputação da seguradora no mercado. Dessa forma, a proteção do seu empreendimento estará em mãos confiáveis. 

Proteja a sua empresa com o melhor seguro 

Prevenir é melhor do que remediar. Então não deixe para amanhã a proteção que sua empresa pode precisar hoje.

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Segurança Cibernética: boas práticas para proteger o seu negócio

Segurança cibernética é um risco emergente. Prova disso é que 83% de 600 executivos entrevistados em um estudo da KPMG disseram que as empresas em que atuam já foram impactadas por um ataque cibernético, com destaque para as ameaças de phishing, scamming, spyware/malware, ransomware e hacking social. Na pesquisa, a cibersegurança é a líder dentro do que eles chamam de tripla ameaça do negócio, composta também por fraude e eventos relacionados ao compliance.

Dados como esse reforçam a necessidade de a segurança cibernética ser entendida como parte da cultura de uma organização e não apenas como um conjunto de métodos, processos e tecnologias. Isso, principalmente diante da crescente profissionalização dos cibercriminosos, do aumento do volume e tipos de ataques e da perda de perímetro. Há, inclusive, grupos de hackers com característica multidisciplinar, formados por desenvolvedores e especialistas em infraestrutura e análise comportamental.

Vale destacar que 69% dos entrevistados na pesquisa da KPMG acreditam que o trabalho remoto tem sido um grande desafio de segurança cibernética para os negócios. É preciso, ainda, considerar que, pelas diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados, não basta apenas fazer a gestão de risco relacionado aos dados e ao ambiente digital do próprio negócio, mas também de terceiros com os quais os dados são compartilhados.

Um sistema de segurança eficiente

Toda empresa precisa ter a segurança cibernética como prioridade, principalmente aquelas que detém um alto volume de informações de identificação pessoal. E, para ser eficiente, é recomendado que esse sistema de segurança considere as estratégias do negócio e a qualidade da experiência dos usuários do ambiente digital, além de ter:

  • robusto controle de acesso, seja no conceito Zero Trust Network Access (ZTNA) ou Secure Access Service Edge (SASE);
  • manutenção de um CMDB (banco de dados de gerenciamento de configuração);
  • adequada configuração da nuvem, das aplicações e das features;
  • antivírus de nova geração EDR + XDR;
  • SOC (Security Operation Center);
  • WAF – Web Application Firewall;
  • plano de continuidade;
  • gestão de patches;
  • criptografia.

Plano de continuidade: uma estratégia da gestão de risco
Faz parte das estratégias de negócio preparar a organização para lidar com situações inesperadas no ambiente digital, ou seja, elaborar um Plano de Continuidade como parte das boas práticas da gestão de risco. São eventos relacionados a desastres naturais, sabotagens, acidentes, ataques cibernéticos e falta de energia ou de serviços básicos. A capacidade e velocidade de restabelecimento e eventuais prejuízos vão depender do quanto e como a empresa se preparou para mitigar o efeito de cada possível adversidade.

Seres humanos: a maior vulnerabilidade do negócio
Por mais que a tecnologia evolua no quesito segurança cibernética, a atuação do ser humano nas rotinas segue como a principal vulnerabilidade dos ambientes digitais. Por isso é fundamental investir tanto na conscientização e no treinamento de boas práticas de todos os membros do time, quanto na contratação de profissionais qualificados para as áreas de Tecnologia e Segurança da Informação. Somente como um esforço coletivo e comprometimento de todos os colaboradores é possível à empresa alcançar a tão desejada maturidade digital e operar em um ambiente digital mais seguro.

 

Quatro cursos para quem deseja se especializar em gestão de riscos

A gestão de riscos, aliada à contratação do seguro, é tão importante que, quando negligenciada ou mal executada, gera consequências que comprometem uma organização sob diversos aspectos. São incidentes que podem envolver acidentes de trabalho, alta de custos não planejados, perda de recursos-chave, crimes ambientais, fraudes financeiras, processos judiciais, erros de logística e índices elevados de roubos de carga, riscos de ataques cibernéticos ou de vazamento de dados sensíveis, entre tantos outros sinistros. Alguns prejuízos, como os financeiros e operacionais, podem ser mensurados. Mas o que dizer dos danos que envolvem vidas ou reputação, cujos danos são impossíveis de calcular?

É para estabelecer ou elevar a eficiência na identificação, na avaliação e no controle de ameaças, que empresas de diferentes setores têm investido na contratação de um Chief Risk Officer (CRO) ou Gestor de Riscos. Cada vez mais, empresas de todos os segmentos de atuação estão sujeitas a diferentes categorias de risco. As transformações tecnológicas, o cenário de crise geopolítica e econômica mundial e as mudanças regulatórias e climáticas são alguns dos fatores que apontam para o surgimento de riscos emergentes, que fazem com que o CRO tenha um papel estratégico e fundamental dentro das organizações.

Formação desejada de um gestor de riscos

A função de CRO não exige formação superior específica. Mas, em geral, tende a ter mais sucesso no cargo os profissionais habituados a lidar com dados e cálculos, ou seja, quem possui graduação em Estatística, Administração, Economia, Matemática e Engenharia, por exemplo. Fluência no idioma inglês tende a ser mandatória, já que muitas companhias com operações estruturadas de gestão de risco têm atuação multinacional.

Habilidades comportamentais valorizadas na gerência de riscos

Vai desempenhar melhor as próprias funções o gestor de risco que transitar bem por todas as áreas do negócio e for espontaneamente convidado para opinar nas decisões estratégicas do dia a dia. Para isso, é importante que esse profissional seja capaz de estabelecer bom relacionamento interpessoal e consiga se comunicar de maneira clara, objetiva e empática com pares dos diferentes níveis hierárquicos. É, ainda, um diferencial ter atenção aos detalhes, senso analítico e de urgência, espírito de dono e boa oratória.

Quatro cursos para quem deseja se especializar em gerenciamento de riscos
1. Pós-graduação em gestão de riscos em seguros
Essa pós-graduação da Universidade Metodista de São Paulo é indicada para profissionais que atuam com administração de riscos e seguros nas diversas atividades industriais, comerciais e de serviços, empresários, gerentes e técnicos de empresas seguradoras, corretoras de seguros, reguladoras e de outras empresas que fazem parte da cadeia produtiva do seguro, de acordo com informações do site da instituição.

2. MBA em gestão de riscos e compliance
Promovido pela Fecap, esse MBA é indicado para profissionais com conhecimentos sólidos em auditoria interna, mitigação de riscos e compliance, conforme informações do site da instituição.

3. Curso de extensão em Gestão de Riscos
Nessa experiência do Mackenzie, o aluno vai ter acesso aos princípios, às metodologias e às boas práticas do Gerenciamento de Riscos, conforme indica o site da instituição.

4. Curso de gestão de riscos e de desastres: capacitação intersetorial de multiplicadores
Essa extensão universitária oferecida pela PUC tem como público-alvo profissionais atuantes no campo da proteção social ampliada (Assistência Social, Comunicação, Defesa Civil, Direito, Educação, Habitação, Saúde, Urbanismo), entre outros interessados em atuar na prevenção, mitigação e resposta aos riscos e desastres, como explicam as informações do site da instituição.

Todo risco que possa impedir a operação, o desenvolvimento ou a competitividade de uma empresa merece atenção. Nada melhor do que ter um profissional dedicado a orquestrar esse complexo cenário, ou seja, o Chief Risk Officer. Por meio de seu olhar criterioso e da sua capacidade de avaliar as repercussões de cada decisão de forma abrangente, o CRO vai atuar de forma colaborativa com as diferentes áreas para que os objetivos sejam alcançados com a menor probabilidade de perdas ou imprevistos.

Gestão de riscos: de que maneira essa estratégia pode influenciar no crescimento do negócio

Empreender ou liderar um negócio são iniciativas que, naturalmente, conduzem ao risco. Afinal, toda organização está sujeita a ser impactada por acontecimentos do dia a dia, seja por causas internas ou por aquelas que estão fora do controle, relacionadas ao mundo, à população, à saúde pública, ao clima e a fatores políticos e econômicos. É nesse cenário que a gestão de riscos entra como uma ferramenta de suporte ao board para a tomada de decisão.

Por que uma empresa precisa se preocupar com o gerenciamento de riscos

O lucro de uma companhia não se faz apenas com a venda de produtos e serviços. É preciso, ainda, otimizar o uso dos recursos financeiros e evitar perdas ou desperdício de dinheiro com eventos previsíveis e imprevisíveis. Isso para citar apenas os riscos financeiros, que são mensuráveis. Mas a atenção também precisa estar nos riscos reputacionais, aqueles que abalam a credibilidade do negócio e que têm potencial de repercutir em implicações legais e até comprometer o valor de mercado da empresa. Em um artigo, publicado pela Fundação Dom Cabral, especialistas apontam que os levantamentos feitos pelo Reputation Institute ao longo dos anos mostram que as ações de empresas com boa reputação superam em 40% a média de mercado.

Três tipos de riscos corporativos

Dentro de uma empresa, é vital que os profissionais responsáveis pela gerência de riscos estejam atentos, no mínimo, a três tipos de riscos corporativos:

1. Riscos financeiros
Para ser sustentável, um negócio precisa ser, também, economicamente viável, operando com estratégias de investimento que viabilizem a solidez e o crescimento da empresa. Isso exige constante análise de mercado, das condições internas, da capacidade financeira da companhia e das oportunidades de negócio existentes.

2. Riscos operacionais
Todos os processos de elaboração, produção, venda e entrega de produtos e serviços estão sujeitos a acontecimentos com potencial de gerar diferentes prejuízos para uma organização. São eventos que podem estar relacionados à estrutura física da companhia, à equipe, aos maquinários, aos recursos-chave, a crimes ambientais, a roubos de carga e às operações logísticas, por exemplo.

3. Riscos de compliance
Cada modelo de negócio é regido por um conjunto de leis, regulamentos, políticas e diretrizes que precisam ser respeitadas para que a organização não tenha que se ver diante de sanções legais e multas. Isso inclui fraudes, corrupções e processos jurídicos movidos por clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros de negócio, Governo e sociedade.

Corra riscos, mas de maneira calculada

Correr riscos faz parte da dinâmica dos negócios que almejam se estabelecer, crescer e/ou ser cada vez mais competitivos. A grande estratégia nessa missão é tomar decisões de maneira calculada, ou seja, por meio do gerenciamento de riscos. Blindar as ações com um plano de mitigação estruturado permite às diferentes áreas da companhia terem subsídios para serem mais certeiras numa tomada de decisão, feita com base num panorama real daquele ambiente de negócios e suas variáveis.

Para isso, é recomendável levar em conta cinco questões:

1 – O que pode dar errado nesse quesito?
2 – Quais são os controles existentes?
3 – Como evitar acontecimentos indesejados?
4 – Como gerir os eventuais sinistros?
5 – O que fazer para que esses eventos não voltem a acontecer?

Ter alta capacidade para identificar, medir, mitigar e remediar eventos, ou seja, gerenciar riscos, é o diferencial das organizações mais inovadoras. Elas entendem que, atualmente, mesmo que seja impossível impedir a ocorrência de imprevistos, é possível estar previamente mapeada com um plano de ação para que os profissionais envolvidos estejam preparados para uma rápida resposta.

Com isso, enquanto realizam movimentos em prol de objetivos como mais competitividade, rentabilidade ou um posicionamento inovador e disruptivo, assumem a responsabilidade de promover mudanças com responsabilidade e de maneira certeira, cientes de seus valores e da representatividade de suas marcas perante os seus públicos de interesse e a sociedade.

O que significa excelência na gestão de riscos?

A gestão de riscos de uma organização é uma iniciativa que deve andar ao lado da contratação do seguro que protege o negócio. Isso porque, é por meio de um Programa de Gerenciamento de Riscos que devem ser estabelecidas as estratégias para implementar medidas preventivas, corretivas e contingentes para os riscos identificados. É a partir daí que se estrutura, com o suporte de um corretor de seguros e uma seguradora de confiança, um Programa de Seguro, por meio do qual são estabelecidos os limites de indenização dos riscos seguráveis, bem como a retenção (estratégia em que a empresa avalia sua capacidade de suportar as perdas decorrentes da materialização de determinado risco) ou não de uma parcela dos riscos existentes.

Ou seja, é por meio desse trabalho que a companhia tem possibilidade de identificar com certo nível de confiança, o seu perfil de risco, estabelecer as possíveis perdas esperadas e inesperadas e os custos de cada quesito identificado. Isso permite traçar cenários admissíveis conforme seu apetite de risco e determinar cada situação e limites de coberturas a serem considerados em um Programa de Seguro estruturado.

Identificando riscos

Toda organização em operação está sujeita a diversos riscos. São situações que podem comprometer a estrutura física da companhia, as finanças, o compliance, o bem-estar da equipe, a qualidade e/ou eficiência de produtos e/ou serviços, as estratégias do negócio, as conformidades e o ambiente de trabalho como um todo. Falhas ou falta de fornecimento na cadeia de suprimentos, a mudança de comportamento do consumidor, os eventos climáticos extremos e danos ambientes e os ataques cibernéticos também fazem parte dessa lista.

10 características do eficiente gerenciamento de riscos

Os noticiários estão repletos de exemplos de companhias que, após um sinistro, tiveram que lidar com perdas em grande escala. Há casos de algumas que nem conseguiram se restabelecer. Aquelas mais maduras na missão de evitar e conter sinistros ou reagir com rapidez diante deles, em geral, são as que contam com:

1 – olhar atento para os riscos mundiais – clima, saúde, política e economia -, mas sem esquecer as ameaças internas que podem estar, por exemplo, relacionadas à estrutura física, finanças, fraude, multas regulatórias, favoritismo, roubo de carga, cibersegurança, compliance e assédios;

2 – entendimento do valor da marca diante de clientes, parceiros, fornecedores, acionistas, reguladores, colaboradores e profissionais candidatos a vagas de trabalho;

3 – informações sobre o que pode dar errado na operação, quais são os controles existentes e como evitar tais acontecimentos;

4 – gerenciamento de riscos entendido como parte fundamental do desenvolvimento, da sustentabilidade e da competitividade do negócio;

5 – gestor de risco com atuação próxima aos demais líderes de negócio e ao board da empresa;

6 – métodos e processos para evitar riscos ou minimizar os impactos de um evento nocivo;

7 – Chief Risk Officer com lugar garantido nas reuniões estratégicas e decisivas;

8 – gestão de riscos no DNA da empresa e não apenas no regulamento interno;

9 – conhecimento dos riscos gerais aos quais a companhia está exposta; e

10 – mapeamento de todos os processos operacionais.

Benefícios da adequada gerência de riscos

Com boas práticas no gerenciamento de riscos, a organização se beneficia ao ter de dispender menos recursos em ações corretivas, mais facilidade na tomada de decisões, menos risco de interrupção das atividades, melhor alinhamento aos conceitos ESG e manutenção e/ou melhora da reputação diante do público interno e externo. Como consequência, a companhia também é mais assertiva na estruturação adequada de seu Programa de Seguro que, por ser estabelecido com base em parâmetros estruturados e com o suporte de um programa de mitigação de risco, resulta na determinação dos protecionais adequados, na otimização de recursos e no melhor retorno do investimento efetuado.