2014 – Sucesso em todos os ramos!

1) Há quanto tempo está no cargo de Diretor Comercial e qual é o balanço da atuação da área nesse período?

Iniciei minhas atividades na Marítima no Rio Grande do Sul no ano de 2001 e já estou há 13 anos como Diretor Comercial. Neste período ultrapassamos nossas metas de produção em praticamente todos os anos, com expressivos números de crescimento e alavancamos de maneira significativa o nome da empresa na região.

2) Quais têm sido as carteiras de destaque na operação em 2014? Por quê?

Na verdade nossos números são favoráveis em todos os ramos, mas em termos de produtividade podemos destacar aquelas carteiras que necessitam de conhecimento e tratamento mais especializado, por exemplo Riscos Empresariais de Maior Valor, ou os chamados Nomeados, Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil.

Vale uma menção especial a carteira de Seguros de Pessoas. Aqui notamos um ótimo nicho de oportunidade e uma crescente demanda, acredito pelo aquecimento da economia e a consequente rotatividade do mercado profissional, onde as empresas passam a se preocupar em reter seus talentos utilizando como ferramentas a disponibilização de benefícios como o seguro de vida, entre outros.

3) No decorrer do ano, quais são as principais metas da companhia?

A integração entre Yasuda e Marítima e o fato de pertencermos a um grupo segurador internacional forte, de renome, favorece a criação de produtos e serviços mais competitivos e atrativos para os nossos parceiros Corretores de seguros. Temos entre nossos objetivos o compromisso com nossos acionistas de tornar a Yasuda|Marítima uma das maiores e melhores seguradoras do mercado nacional. Atualmente estamos em 12ª posição no ranking das empresas do segmento, mas nossa meta é bem ambiciosa. E para os próximos anos, aguarde, o projeto é estar entre as cinco. E tenho a certeza absoluta de que esse é um projeto bem factível.

4) Em que regiões estão concentrados hoje os esforços de expansão dos negócios? Por quê?

Bem, essa é fácil: todas. Veja só, o Grupo Sompo apostou na Marítima, hoje Yasuda|Marítima após várias análises de negócios, possibilidades e perspectivas. Escolheram a melhor, com maior potencial de crescimento. Por conta do reconhecido crescimento da economia nacional estamos investindo em expansão de nossos escritórios no território nacional e não pretendemos parar por aí. Entendo que todas as regiões do país são potenciais polos de crescimento para a empresa.

5) Tendo em vista que ficou 13 dias no Japão, pode contar qual foi o objetivo da viagem e qual foi a dinâmica de trabalho e/ou estudos?

O seminário do qual participamos no Japão nos proporcionou alguns momentos, em termos profissionais muito gratificantes e edificantes, como por exemplo o conhecimento do funcionamento do Grupo Sompo e de suas estratégias globais, a recente aquisição da inglesa Canopius Resseguradora, administração da carteira de Property e a administração de Riscos naturais, tais como terremotos, tsunamis e outros com os quais os japoneses tem larga experiência.

Tivemos ainda a oportunidade de fazer uma apresentação sobre a nossa operação aqui no Brasil aos demais participantes que faziam parte desse seminário. Um dos desafios propostos no era sobre como ter sinergia no processo de fusão e aquisição de empresa. Avaliado pelos executivos locais, tivemos a felicidade de sermos premiados como o melhor trabalho apresentado.

Acho que vale a pena mencionar também que o Grupo Sompo é um dos acionistas da Nissan, fato esse que nos proporcionou uma visita à uma de suas fábricas no país.

6) Qual é a principal lição dessa jornada de especialização no Grupo Sompo Japan?

O Grupo Sompo tem uma rede de operações impressionante em termos de atuação global. Apesar de sua atuação no 29 países em que tem presença, ficou muito evidente, para nós, seu interesse na operação brasileira, que, diga-se de passagem, é a maior fora do Japão. Sentimos um apoio muito grande para nós executivos, para que possamos atingir nossas metas.

7) Do que viu e aprendeu no Japão, o que pode ser implementado na operação brasileira?

Durante esta visita ao Grupo Sompo vi muitas coisas, mas o que me chamou a atenção é o relacionamento que os profissionais da empresa tem ali com seus clientes. Por exemplo, o grupo tem uma empresa de Asset Management(administração de patrimônio) que auxilia seus clientes na prevenção e administração dos riscos ao que os mesmos estão expostos e vale citar aqui que, este tipo de relacionamento já existe no Brasil mas não de forma tão intensa como no Japão.

O resultado de ações deste tipo no Japão é que os clientes permanecem na mesma Seguradora por muitos anos.

8) Segundo sua avaliação, como o Grupo Sompo Japan avalia o modelo de distribuição pelo canal corretor no Brasil? Existem diferenças ou semelhanças com o mercado japonês?

Infelizmente não tive muito contato com os canais de distribuição, mas lá o corretor é chamado de agente e assim como no Brasil são eles que fazem a venda direta ao Segurado.

Alberto Muller da Silva – Há 35 anos no mercado Segurador, é formado em Administração de Empresas pela PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e Pós-graduado em Administração de Serviços e Marketing pela Unisinos (Universidade do Rio do Vale dos Sinos). É Diretor Comercial na Yasuda|Marítima Seguros no Rio Grande do Sul desde 2002. Atua também como professor da Funenseg há 25 anos e acumula o cargo de Vice Presidente do Sindicado das Seguradoras do Rio Grande do Sul.

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Fonte: CQCS 11/07/2014